sábado, 25 de junho de 2011

Ai Augusto, ai dos anjos.

Um ser humano entregue a sorte ,Ou eu poderia mesmo chamar de azar ?
Não importa, é o descaso do acaso ao meu caso
O acaso é um pobre coitado isso sim, todos os dias toneladas de lixo e esgoto radiotivo cheio de cancer, podridão, são postos na conta do acaso, o acaso por fim coitado, devolve a ferida aberta, cheia de pus, para os inertes assistentes da vida
Inerte, assistente, inercia.. abiogenese, babado confusão e gritaria.
Chega.
Fechem as portas,corram pras colinas, e tratem as feridas.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sobre Dissertar

Bem, não é a primeira vez que eu pensava nisso e não sabia como nomear tais sentimentos tais ocasiões, a mim restavam apenas  as velhas indagações e nada de respostas concretas. Dissertar e Narrar, como redigia a minha vida ? Narração, sempre entregues a algo maior, algo que fogem ao controle, as coisas acontecem e são resolvidas é basicamente isso. Dissertar; impregnar de opinião, convencer, concluir. enfim, fugir da narração é meio difícil quando se tem preguiça de assumir-se dono de si dono.
Me propus então um exercício.
  Segunda feira 9 de maio 19:45, eu me sentei a frente do meu computador, tomada pelo ócio resolvi  então falar sobre comportamentos alheios, coisas do dia coisas que me incomodavam, como de costume. Pronto primeira flecha lançada,e vejam a flecha atingiu o alvo, encantada com a precisão de minha flecha envenenada, e com a vulnerabilidade do meuu alvo atirei outra flecha , carregada de ódio e ócio eu continuei a lançar aquelas inúteis flechas. O veneno tirado do meu próprio cérebro se espalhou pelo sangue do alvo ainda vivo, e como de costume a retaliação foi inevitável, cada uma com sua arma travaram uma batalha que saiu sem vencedor algum.
Recolheram então o que sobrou de si, e foram cada qual se curar no posto médico mais próximo.
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     Dia inútil, "mente vazia oficina do diabo", diz o dito popular, e digo mais, nem mesmo o diabo teria sido capaz  de perder tempo com coisas tão sem propósito, comentários como aqueles nada acrescentariam ao seu inferno, e em nada prejudicariam o os céus. Enfim, um ser humano inerte no ócio tomado de burrice pensou ser uma forma de ocupação falar da vida alheia e proferir palavras vazias, numa sucessão de "merdas" uma guerra boba se iniciou, tendo como armas coisas tão pequenas quanto opiniões outras. Obvio ninguém venceu, e eu me tornei menor por tudo aquilo que fiz. Busquei asilo na reflexão que ainda bem não me faltou.
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 Enfim é isso, chega de narrar somente.
Um beijo ao lindo do Sandro de Oliveira, que me emprestou um pouco do seu conhecimento sobre narrativa e dissertação HAHA

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Olham pros lados de mais

É sumi mesmo, não sei se por falta do que dizer, ou por não saber exatamente como dizer, talvez eu nunca saiba mesmo a melhor forma de dizer, as vozes se calaram foi estranho, a minha existência não é mais a mesma com o silencio delas, acho que elas tem vida própria, e eu sou só uma sugadora de cada indignação ou admiração dessas vozes, não são elas que Habitam em mim, eu que vivo pairando no mundo delas, quando tenho a honra de ser convidada pelos doces gritos.POR FALAR EM GRITOS, os que me atormentam agora não são os das vozes, e sim os que vem de fora, esses não são doces, nem mesmo convidativos, são imperativos -.Faça
-Chegue em algum lugar! - Seja alguém! e eu já não sou alguem ?bem ao menos pra mim eu sou sim, ao menos pra mim, eu estou indo a algum lugar, mas um lugar da minha escolha, fazendo coisas da minha vontade, não quero ser mais uma total frustrada descontando na vida, ou na existência de um ser superior, a minha propria falta de domínio sobre minha vontade, ou o excesso de domínio sobre elas, todos os dias cheam até mim verdadeiras RECEITAS de como se viver bem, de como sr feliz, ser alguém . Hey, eu não quero terminar a minha vida com a seguinte frase : - Que seja feita a vossa vontade, amém. Nãao, eu fiz a minha vontade, Amém.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Auto destrutivos.

Olhando tudo aqui do 21° andar, eu consigo ver minúsculas criaturas donas de tudo ao redor e sem poder responder pela suas próprias criações. maquinas auto destrutivas capazes de puverizar qualquer sonho que fuja ao padrão imposto, numa busca insessante de estarem inseridos em um contexto inexistente. Vejam só como é, tão donos de tudo, mas quando sentem um sopro pequeno da grande mãe de tudo, tremem e se escondem atraz de suas teorias que de nada lhes servem, e foi assim, desrrespeitando os seus limites e os limetes da grande mãe que se tornaram esse grande monte de NADA, são só minusculas pessas de uma coisa muito maior.
Mas a minha opinião não conta, eu sou so um corpo estranho, pronto pra ser repelido!
Eram 21 andares,com a queda tornaram-se apenas oconcreto destruido pelo abstrato, não posso ver  mais nada além de meus sonhos encaixotados voando juntamente com destrossos, e indo água a baixo com corpos vivos em decomposição.
é o fim.

sexta-feira, 11 de março de 2011

" Nós Gatos já nascemos pobres, porém já nascemos livres"

São 6:30 da manhã e do despertador toca impiedoso.
- Mas já? quanto tempo eu dormi afinal?, Preciso me levantar, talvez o banho me faça acordar melhor, mas... e aquele sonho ? Foi tudo tãaao, lindo!
   Então, com os grandes olhos brilhantes, ainda adormecidos por conta do grande conto de fadas que vivera durante a noite, olha em direção a porta velha de seu quarto e procura um motivo pra se levantar, olha ainda mais além, como se olhasse pra dentro de si, e então, em um impulso quase involuntário, a moça faceira se levanta da cama e vai pro banho...
- Droga de chuveiro, não sei quem liga essa merda, banho frio me faz tão bem, quase morro ao sentir essa água quente cair em mim. 
    De banho tomado e alma lavada, pega o seu mais lindo vestido, pinta a tela de seus olhos como de costume, e na boca o batom de cor mais viva que pôde encontrar, com duvida olha toda aquela arrumação, e novamente olha muito além do espelho a sua frente, dessa vez ela procura dentro de si a verdadeira beleza, pega sua mochila, velha, porém muito amada e saí, tanta felicidade a faz cantar e sorrir com os olhos, parece que aquela natureza morta a sua volta se enche de vida e de luz, aqueles androides que passam do seu lados as vezes tem os seus momentos de "carne" e se deixam levar por todo aquele evento que por ali passa. - Bom dia, bom dia, bom dia!
   Mas aos poucos, todos aqueles "bom dia!" que a moça distribuía dentro de si,sem calam ao chegarem depressa os questionamentos, as duvidas, as revoltas, o dia não se tornava pior a medida que isso acontecia, mas a moça agora tinha outras ocupações além de seus doces "bom dia" distribuídos pra si mesmo. A grande maquina produtora de fumaça para e ela desce, de longe vê o  e motivo do seu despertar, caminha com alegria aquele palco e ensaia alguns passos, colocando alí toda a força de sua alma. Chora ao se lembrar que o que vivera a noite passada não fora apenas um sonho.
- Poxa vida, a melhor coisa que  me aconteceu foi aquela vaca me dispensar sem me dar um motivo palpável, assim pode me livrar daquelas tardes vazias e gente estranha  que nunca me levaria a lugar algum a não ser a um jogo de interesse cujo eu me enojo e repudio.
 

terça-feira, 8 de março de 2011

Só de passagem

Hora, hora, ai esta Madalena com sua pequena maleta na mão olhando em volta, grandes meios que te levam a um fim, pessoas que roubam a cena com sua peculiar forma de reproduzir em si o que vê no outro, grandes robôs orgânicos, passageros com suas passagens cada um pro destino que excolheu, ou acredita ter sido enviado por alguem, uns embarcam assim de mãos abanando, outros com um grande brilho nos olhos, brilho de curiosidade, de vontade, de medo,  um só um brilho...
Nesse grande ponto de embarque madalena se vê completamente apavorada e encantada. Das caixas de som douradas, tão lindas, parecem ser de ouro, sai uma voz que com claresa, demonstra firmesa e pontualidade, quando é a hora, é a hora, então madalena ouve com atenção : -  atenção passageiro, é chegado o fim da sua viagem, retorne ao seu vagão!
E os grandes olhos negros de abrem, e as pequenas mãos se fecham  como se capturace a importancia daquele momento, pode ver então que aqueles que imbarcavam sem se quer um pedaço de seu passeio sofriam bem mais pela partida, lhe parecia que naqueles vagões frios, sua unica companhia seria o que teria visto em seu passeio.
Madalena, sente nos ombros, mãos quentes e ternas , sente aquele cheiro que sempre a traz de volta de todos os seus devaneios, e ouve o doce som do amor - Madá, ainda não é a hora!
Com suas pequeninas mãos se agarra a sua bagagem, e volta a se aventurar nesse MUDÃAAO SEM PORTEIRA. e teve pressa de sentir cada pedaço de seu passeio.






... E vivem como se nuca fossem morrer, e morrem como se nunca tivessem vivido...
Dalai Lama.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Junte os meus pedaços

Catarse

Subversão de costumes


Diegese

Comum


hibridismo

Mistura de conceitos.


Um novo conceito.



E a vida segue!